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Marcha nupcial: Wagner ou Mendelssohn?
Quando alguém fala em marcha nupcial, pode estar falando de duas músicas diferentes. A de Wagner, solene e lenta, costuma abrir a cerimônia com a entrada da noiva.
Leia o que é dito no vídeo
- Quando falam em marcha nupcial, são duas músicas diferentes. Conheça a origem de cada uma e escolha qual combina com a sua cerimônia.
- A de Wagner vem da ópera Lohengrin: solene e lenta, boa para a entrada da noiva. A de Mendelssohn, rápida e festiva, nasceu para uma peça de teatro.
- Conta-se que a combinação ganhou fama no casamento da princesa Vitória, em mil oitocentos e cinquenta e oito: Wagner para entrar, Mendelssohn para sair.
- Nenhuma igreja nem cerimonial exige essa ordem. É um costume bonito: dá para inverter, usar só uma das duas ou escolher outra música.
- Pense em três perguntas. Quanto tempo leva o corredor, pois a versão original é curta. Quem vai tocar. E o que você imagina ao entrar.
- Na igreja católica, depende do pároco. As duas marchas vêm de obras profanas, e algumas paróquias preferem música sacra na entrada. Pergunte antes de fechar.
- Combine com o cerimonial o sinal de entrada. Peça uma introdução curta e um final que feche quando a noiva chegar ao altar.
- Uma marcha para chegar ao altar, outra para celebrar a saída. Duas músicas, duas emoções.
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Marcha nupcial: Wagner ou Mendelssohn? A história das duas
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